sábado, 3 de novembro de 2012

Capitulo 12 – A CASA DA ARVORE



Luan Narrando

Conseguir entrar na fazenda disfarçado, então fiquei na baia dos cavalos até dar a hora do casamento, não demorou muito vi carros chegando e todos felizes pelo casamento e por um minuto pensei em desistir do meu plano, mas pensei no futuro  da gente vi nossos filhos  correndo pela casa e vi Manuela feliz sorrindo, foi quando vi que a macha nupcial começou tocar e ouvir o padre e seu falatório e chegou a hora de subir no cavalo que apelidei de olhos lindos, pois tinha a mesma cor dos olhos de Manuela,  e sair galopando e cheguei no altar e descarreguei tudo que estava sentido nesse um mês desde que conheci-a e obviamente todos ficaram chocados, mas vi um sorriso em seu rosto e um alivio em seu peito e ela também respirou aliviada e sentou no altar.

Narrado por Angelina

Pela primeira vez vi Manuela se transformando na grande mulher que era, esse casamento foi só uma fachada sabia que o seu futuro seria infeliz ao lado do homem que eu era apaixonada sim me apaixonei pelo Paulo enquanto eles namoraram, mas ao contrario nunca quis o seu mal e nem o mal de Manu e quando vi o Luan acabando o casamento entendi o recado que foi bom ter esperado o tempo, assim que tudo terminou vi o Paulo indo  pro seu carro e parecia  bastante irritado, mas acalmei-o e seguimos pra cidade.

Narrado por  Manuela

-  E ai vamos?
- Só se for agora muie.
- Manuela a onde vai minha filha? Gritou minha mãe.
- Ser feliz, não se preocupa irei voltar.
Subimos no cavalo e como resposta dos céus uma chuva começou, então galopamos na chuva mesmo não me importei  com o vestido ou uma maquiagem borrada e chegamos  a uma pequena casa da arvore  que meu pai mandou construir pra mim quando quisesse trazer amiguinhas ou ficar sozinha e estava exatamente da mesma forma  quando deixei alguns anos atrás.
- Bora subir?
- Vamos sim nega.
Entramos e vamos dizer que a decoração não era tão infantil assim e fiz questão de ter um sofá cama, energia e comida no frigobar mesmo que eu não fosse muito e um caso de emergência então poderia entrar sem problemas e  fui direito pra fora podia ver a sede da fazenda, então fiquei admirando até comecei a falar.
- Parecia que hoje eu realmente iria fazer uma burrada.
- Não fala nada, na sua ultima carta eu sentir o seu desespero e  eu não sabia o que fazer, mas  tinha fazer algo com urgência
- Obrigada mesmo. Disse abraçando-o
Nossos corpos se colaram como fosse um só e o frio já quase não sentia tanto mais e podemos ouvir nossa  respiração o meu coração batia mais forte e ao me soltar nossos olhares se cruzaram e não resistir mais uma vez aquela boca e o  beijei e dessa vez foi um beijo que havia paixão e desejo ao mesmo tempo me sentir nas nuvens com tudo isso.

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